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Durantes os próximos dias vamos aumentar significativamente as digitalizações dos livros das regras dos jogos da Majora, Karto, Luso Toys e outros. Vão ser mais de 5 dezenas...

Está atento à ampliação da coluna do lado direito!


Spectrum regressa em versão portátil


O computador que criou o vício dos jogos nos anos 80, está de volta. Agora na versão consola portátil e com mil jogos prontos a jogar.

Os quarentões, e alguns "ões" acima ou abaixo dos quarenta, que passaram horas agarrados aos jogos simples mas viciantes do Spectrum vão ter a oportunidade de reviver vícios antigos, como "Jet Set Willy ", "Atic Atac" ou "Chuckie Egg".
O ZX Sepectrum aproveita a onda de revivalismo, testada em 2015 com uma consola para televisão, a ZX Spectrum Vega, e volta em 2016 com uma versão portátil, a Vega Plus.
A consola tem o dedo de Sir Clive Sinclair, o homem que desenvolveu o ZX Spectrum. Aos 75 anos, juntou-se à empresa Retro Computers para lançar a uma versão portátil do computador que chegou ao mercado nos anos 80.
"O interesse por produtos retro inspirou-me a projetar a Vega Plus, como uma consola portátil que pode ser utilizada em qualquer lado", justificou Clive Sinclair, em declarações ao site de Crowdfunding Indiegogo, onde foram angariadas as 100 mil libras (cerca de 129 mil euros) necessárias para o projeto.


O ZX Spectrum Vega Plus foi desenhado por Rick Dickinson, que concebeu os originais ZX Spectrum, ZX 80 e ZX 81, e arquitetado pelo especialista em Spectrum Chris Smith.
Está em pré-venda por 100 libras, cerca de 129 euros. É mais barata que a Nintendo 3DS XL (199,99) ou a PS Vita (204,99) euros. Mais barato, só um dos vários emuladores que existem para telemóveis ou PC's.
À primeira vista, a Vega Plus parece um modelo mais avançado e equilibrado que o ZX Spectrum Vega, com melhor design e mais fácil de jogar. Tem um ecrã LCD, botões "típicos" de consola e vai correr mil jogos, já incluídos, do lendário ZX Spectrum. Ainda não há informações sobre o tipo e durabilidade da bateria.
Disponível em três cores, azul, branco e vermelho, a consola vem com um leitor de cartões SD, para acrescentar os jogos que quiser, e uma ligação HDMI, para ligar à televisão e jogar em casa no conforto do sofá. Como nos anos 80, mas sem ter de esperar cinco minutos para o jogo carregar ou andar de cotonete a limpar a cabeça do gravador sempre que o carregamento falhava. A ansiedade da espera e a incerteza de conseguir jogar, potenciavam a capacidade viciante dos jogos simples e "pixelizados" que prenderam milhões de pessoas em todo o Mundo aos ecrãs de televisão.

Os Cinco no Castelo Misterioso - Sel


Conteúdo
1 Tabuleiro do Jogo
35 Cartas
20 Marcas
1 Roleta
4 Peões
4 Bases de Madeira para encaixar nos peões




Quando durante a semana passada fazia uma pesquisa no OLX, estava longe de pensar, que iria encontrar o jogo que há anos procurava. Tratava-se de um jogo que me tinha ficado na memória desde a minha infância, quando lia a revista do Círculo de Leitores.
Quando no OLX me deparei com um anúncio a vender uma grande coleção de jogos, em que só havia uma única foto de um monte de jogos amontoados, e em que a sua identificação não era nada fácil, algo me iluminou e incentivou-me a enviar um email ao vendedor questionando-o sobre os jogos que estariam à venda. Em resposta, recebi uma lista completa dos jogos que tinha à venda e comecei a percorre-la, com todo o cuidado, para verificar se algum me podia interessar. Não é o meu espanto ao encontrar “Os Cinco no Castelo Misterioso”. Não queria acreditar… Há tanto tempo que tentava encontrar um exemplar do jogo e sem mais nem menos, ali estava ele…
Contactei de imediato o vendedor, mostrando o meu interesse na aquisição do jogo. Tive que puxar pelos cordões à bolsa, porque estávamos perante um exemplar muito raro e muito mais raro não condições em que ele se encontrava, particamente novo. Contudo, o jogo vale muito mais do que paguei por ele.
No dia seguinte ao pagamento, o jogo estava na minha mão. Quando a campainha tocou, tinha a certeza que era o carteiro com o meu jogo.
Mal podia esperar pela noite para me sentar na minha mesa e desfrutar do prazer de jogar “Os Cinco no Castelo Misterioso”.
Assim foi, nesse dia à noite consegui satisfazer um desejo de infância,
As regras do jogo são muito poucas e por isso, fáceis de compreender e assimilar, ao bom estilo dos jogos Portugueses dos anos 70/80. O fator sorte está muito presente, sendo a sorte ditada não por um dado, mas por uma roleta, que determina os pontos de movimento que o nosso peão é obrigado a avançar.
O objetivo do jogo é simples, temos de retirar do castelo os nossos amigos “Os Cinco” e levá-los para o refúgio. Uma vez em segurança, temos de obter o resultado certo para conseguir cair na casa com a seta que indica ao nosso peão a entrada para o refúgio. O primeiro a conseguir fazê-lo, é o vencedor do jogo.
O “Os Cinco no Castelo Misterioso” é um jogo que tem de estar, obrigatoriamente, na coleção de um colecionador de jogos antigos. É uma raridade e muito divertido, é um típico jogo familiar dos anos 70/80. È um jogo muito valioso, uma vez que se trata de um jogo sobre “Os Cinco” com as personagens da famosa 1ª série da TV.




Originalidade/Criatividade









7
Mecânica/Regras









6
Componentes/Artwork









6
Jogabilidade/Interacção









7
Valor Nostálgico/Coleccionismo









10
Apreciação Global7,2

Tira e Põe - Nedina



Conteúdo
2 Dados
40 Marcadores

Objetivo
Despojar os marcadores adversários para que no fim só haja um jogador em jogo, que é declarado o vencedor. Isso é feito ao preencher totalmente os pequenos círculos de cada casa numerada (círculo grande). Quando a soma dos dados for igual a uma dessas casas totalmente preenchida, esse jogador ganha o direito de tomar para si todos os marcadores que estão nessa casa.

Preparação
Distribuir de forma igualitário os marcadores pelos jogadores.


Modo de Jogar
No seu turno, um jogador lança os dois dados e coloca um marcador num círculo pequeno da casa com o número igual à soma dos dados. Se já não houver um círculo pequeno disponível, o jogador recolhe para si todos os marcadores que estão nessa casa.
A casa 7 não tem limite quanto ao número de marcadores que podem aí ser colocados. Quando sair 12 nos dados, o jogador recolhe para si todos os marcadores que estão na casa 7.

Fim do Jogo
Quando só existir um jogador em jogo, todos os outros ficaram sem marcadores, esse jogador é declarado vencedor. 


Este jogo tem muitas lembranças de infância associadas. O meu irmão tinha um exemplar do jogo, um pouco diferente deste que consegui obter no Coisas. O tabuleiro era de um cartão mais espesso e duro. Foi um dos jogos que jogámos mais quando eramos pequenos. É um jogo com regras muito simples e básicas, pois estamos perante um jogo infantil, de puro lançamento de dados. Contudo, não deixa de ser divertido.
A nostalgia associada a este jogo, está intimamente ligada ao facto de na minha infância, utilizar as peças deste jogo para jogar um jogo que o meu irmão tinha criado, o Futebol de Dados, que conjuntamente com este jogo fazia parte das nossas olimpíadas de jogos.
O Tira e Põe é um jogo difícil de encontrar, pelo que tem um valor elevado no mercado dos colecionadores.

Originalidade/Criatividade









5
Mecânica/Regras









6
Componentes/Artwork









4
Jogabilidade/Interacção









6
Valor Nostálgico/Coleccionismo









8
Apreciação Global5,8